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quarta-feira, 23 de julho de 2008

Open Interviews

Amanha vou fazer entrevista em duas agencias de recrutamento. Fui chamado? Nao, nao... na verdade semanalmente eles tem entrevistas aleatórias. Ambas escolheram a quarta-feira.

Amanha saberei melhor como funciona, mas a princípio gostei da idéia. Ambas empresas estabeleceram um horário durante o dia em que profissionais podem ir até seus escritórios, levando um currículo debaixo do braco, e simplesmente fazer uma entrevista.

Quando um candidato chega lá, ele escolhe a sua área de atuacao, e a pessoa resposável faz uma entrevista, tendo vagas ou nao.

Ambas as empresas tem escritórios bem longe do centro da cidade, por isso acredito que nao haverá muitas pessoas na fila. De qualquer forma, é uma forma inteligente de criar um arquivo de profissionais capacitados em trabalhos gerais (administrativos, atendentes, hoteleiros, etc).

Pode ser que hoje nao tenha nenhuma vaga aberta no perfil de alguém que foi entrevistado, porém amanha, um dos clientes deles pode ligar, e calhar de precisar justamente de pessoas com aquele perfil!

Vejo isso como uma idéia pro-ativa e que visa melhorar a qualidade do banco de dados. Se eu trabalhasse em uma agencia dessas, certamente proporia algo semelhante.

Visitem: www.noel.ie e www.celticcareers.ie

sexta-feira, 18 de julho de 2008

O Fluxo do Cliente Interno!

Pois é, tenho certeza que muita gente já esteve nessa situacao no trabalho, alguns talvez fizeram a coisa correta, outros a coisa errada achando que era a correta ou a errada sabendo que existe a correta... o fato é que todos passam por algo parecido na vida.

Aquele seu relatório que é enviado diariamente para a gerente, depende das informacoes que o departamento X te envia.

Entretanto, no dia de hoje o departamento X te mandou as informacoes erradas. Felizmente voce percebeu a tempo. Falta uma hora para o seu deadline, tempo o suficiente para extrairem as informacoes novamente, e voce fazer o seu relatório.

Voce liga para o departamente X e solicita um reenvio, que é prometido para dali 10 minutos. Meia hora se passou, e caso voce nao comece o relatório naquele momento, voce certamente entregará atrasado, possivelmente após o almoco. O que voce faz?

A - Liga para o Departamento X para verificar que horas vao entregar os dados.
B - Se preocupa com outras coisas e espera tranquilamente que o Departamento X envie os dados.
C - Liga desesperadamente de 5 em 5 minutos para verificar se o Departamento X já finalizou a extracao dos dados.
D - Avisa a gerente que voce ainda nao recebeu os dados e entregará atrasado relatório.

Bom, se voce fizer apenas o A, somente voce e o Departamento X vao saber que voce entregará atrasado. Mas existem outras pessoas mais interessadas na conclusao do relatório.

Se voce fizer o B, provavelmente voce vai tomar um belo de um feedback, completamente desnecessário, mesmo nem sendo sua culpa.

Se escolher a C, provavelmente voce vai criar inimigos no Departamento X, e nao vai resolver seu problema.

Da mesma forma se escolher a D, sua gerente pode ficar muito brava. Uma vez que voce nem sabe quando vao entregar os dados, e talvez o relatório nao vai ficar pronto antes das 17h, que é o horário que ela realmente o usaria. Quem sabe ela vai ligar para o Gerente X e soltar a franga. E quando ela descobrir o verdadeiro problema, tudo se voltará contra voce que nao deu a informacao completa a ela.

Nesse caso, acho que a melhor opcao é um combinado da opcao A e D. Ligue para o departamento, descubra a hora que irá receber os dados, veja entao quando conseguira ter o relatório finalizado, e avise sua gerente os horários e motivos.

As vezes, relatórios diários fazem a gente pensar que eles nao sao muito importantes "ah, se atrasar um pouco hoje ninguém vai notar". Porém, a famosa Lei de Murphy sempre joga contra. E conhecendo chefes como eu conheco, alguns, mesmo sem precisar o relatório, podem criar um escandalo por que voce o enviou atrasado um dia. Ou pior, pode falar sobre isso no dia da sua avaliacao / nao promocao, que voce tem que assumir responsabilidades e cumprir datas.

Imagine? e no final, nem era culpa sua!

quinta-feira, 3 de julho de 2008

O que é ter personalidade?

Algumas pessoas confundem o ter personalidade, ter postura ou opiniao própria com ser inflexível!

Bom, isso não é ligado necessáriamente com nosso comportamento no trabalho, mas em todo e qualquer ambiente.

Em todo momento da vida, precisamos estar preparados para mudar de opiniao, ouvir, dicordar, ser contrariado e as vezes até massacrado por uma opinião ou frase mais polemica que temos. Em cada situação dessas, temos uma nova oportunidade de aprendermos, revermos nossos conceitos e quem sabe até mudar de opinião.

A frase que me inspirou a refletir sobre o assunto é:
''O jeito que você é não é necessariamente a melhor maneira de ser!''.
Uma frase minha, antiga (dos meus 16 anos) e que voltou a fazer sentido.

Essa frase vai de encontro (mas nem tanto) com aquela história de termos personalidade 'forte', pois mudar de opiniao (mas nem tanto) também é um tipo de personalidade. Tudo na vida se baseia no meio termo, no bom senso. Até que ponto uma opinião, um jeito de ser, uma atitude é relevantemente prejudicial a você e a outras pessoas... Você pode amanha decidir amanhã que gosta PC e depois de amanhã, que gosta de Mac. Por que leu a respeito, por que alguém te comentou das vantagens, etc.

O nosso erro, é ter medo de ser convencido... ser convencido causa o sentimento de que alguem sabe mais do você, e que você gosta de algo só por que te falaram que era assim. Mas na verdade, precisamos pensar conversas como trocas de conhecimento em vez de discussões, competições.

A conclusão é que precisamos aceitar que estamos errados, que erramos, ou que existe uma forma melhor de fazermos o que fazemos. Muitas vezes, temos posicoes antigas sobre assuntos que mudaram muito, e percebemos isso quando entramos em uma boa 'discussão'. É importante colocar seus pontos, ouvir os pontos alheios, contrariar, ser contrariado, e no fim das contas balancear até que ponto você ou os demais tinham razao.

Talvez de uma boa conversa com um amigo que acha que Mac é melhor, você o convença que PC é melhor pro tipo de coisas que ele faz, e você que estava feliz e satisfeito com seu PC, saia convencido que o Mac é melhor para suas atividades. Ou então, esteja decidido a fazer um intercâmbio para a Irlanda, mas ouvindo outros pontos de vista, talvez Malta seja uma melhor opção... vai saber!

sábado, 7 de junho de 2008

Confiança no Trabalho - Parte 3

Finalmente o último conceito de Confiança no Trabalho.


É normal passarmos por fases em nossas profissões, como fins de projeto, fechamentos de ano fiscal, fases de transição, etc. Dar o sangue nestes momentos e mostrar que podem confiar em você o tempo todo para o sucesso da atividade é imprescindível, mas são nessas fases em que se corre o risco de se cortar com um dos gumes da faca da Confiança no Trabalho.

O gume favorável é mostrar-se pronto para ajudar, sempre, exceto quando você tem o aniversário do seu afilhado para ir. Depois que você perder o primeiro aniversario do seu afilhado, negar a primeira licença médica, deixar de buscar a sua tia na rodoviária e mandar o amigo, você estará sujeito a, a qualquer momento, se tornar vitima da Confiança no Trabalho. Todos saberão que para você não há tempo ruim, e que você é extremamente comprometido e isso tornará a vida deles mais fácil... “Pra que eu vou fazer direito se alguém vai arrumar depois?”

É assim que se um cidadão se corta no gume arredio da Confiança no Trabalho que poderia ser chamado também de Babaquice no Trabalho. O cidadão que age desta forma normalmente é o famoso workahoolic, ou então um cidadão desesperado que por conta de sua condição social e da sua falta de Segurança no Trabalho age como se aquele fosse o último trabalho que ele vá encontrar. Nenhum dos dois chega a ser um babaca completo, mas agem de forma babaca em função do trabalho e em detrimento da sua vida pessoal.

Este exemplo foi muito bom para finalizar, e completar o ciclo armado pelos três conceitos Roberto. Para encerrar o capítulo, valeu também a chamada para o próximo que posta a pergunta “Quem foi que disse que não existe diferença de vida pessoal e vida profissional?”.

Aguardem os próximos posts.... Para mais das histórias e refloxoes de Jeferson e Roberto!

Confiança no Trabalho - Parte 2

O segundo conceito é Confiança no Trabalho, que significa gerar confiança no seu trabalho. Alguns gostam de conceituar isto como “se vender”. Seria como fazer propaganda, valorizar aquilo que se faz. Não basta você confiar no seu trabalho e ninguém saber que seu trabalho é bom, da mesma forma que de nada vale a propaganda enganosa, gritar para todo mundo que faz maravilhas, mas nunca apresentar nada concreto. Essa é mais uma saída daquele cidadão inseguro, que decidiu não ser perfeccionista, então fala pra todo mundo que “reinventou a roda” de forma convincente e poupa o trabalho de ser perfeccionista, realmente é mais fácil.

Jéferson, se me permite, gostaria de apresentar os cinco pontos que ajudam a transmitir uma boa Confiança no Trabalho:

  1. Mostrar que foi você que fez – Se alguma situação aconteceu e foi corrigida a tempo, ou foi evitada de acontecer, anuncie! Não precisa fazer um outdoor e chamar a atenção de todos na hora do almoço para apresentar o “feito magnífico”. Basta enviar um comunicado geral dizendo “Foi identificado o seguinte problema... Blá, blá, blá! Caso o tema seja abordado, a resposta é blá, blá, blá! Dúvidas, falar comigo...”.
  2. Defender seu ponto de vista – Se você acredita realmente que a equipe, ou alguém acima de você está tomando um rumo errôneo, os deixe saber que eles estão errados. Seja chato e insistente caso tenha convicção de que sua idéia é boa, a ponto de que se a solução adotada não obtiver sucesso, todos pensem “Bem que o Fulano avisou, se tivéssemos feito daquela forma...”.
  3. Não deixe outros roubarem suas idéias – Se você perceber uma situação de risco, ou uma grande oportunidade, discuta com outras pessoas antes de levar para o alto escalão, porém, seja você o porta voz, e nunca perca tempo demais estudando. Uma idéia não utilizada, ainda é uma idéia, se ela ficar guardada com você ela não será nada... nem você.
  4. Atenda os Prazos – Não seja idiota! Não perca prazos, e se perder, justifique com antecedência sempre que possível.
  5. Antecipar Problemas – Antes que haja algum mal entendido, apesar de, quanto antes um problema aparecer, melhor é, a idéia deste tópico não é fazer com que problemas ocorram mais cedo. A idéia é gritar para quem quiser ouvir (e para quem não quiser ouvir também, no caso dos chefes mais tapados) que algum problema pode vir a tona a qualquer momento. Não é uma tarefa simples, descobrir problemas potenciais, mas a informação é valiosíssima.

Muito bem Roberto! Não restou sequer uma vírgula para acrescentar a respeito deste conceito. O terceiro e último conceito é: Confiança no Trabalho. Este conceito é o mais perigoso dos três apresentados nestes psots, pois representa a confiança que os integrantes da equipe e principalmente a chefia interioriza que você deve estar sempre disponível para o trabalho. Com o passar do tempo é necessário começar a se planejar, e ficar atento para não permitir que o trabalho tome conta de sua vida.


E ficará para o próximo e último post. Nos próximos dias...

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Confiança no Trabalho - Parte 1

“Pessoal, precisamos da colaboração de todos neste fim de semana para finalizarmos todas atividades que serão entregues na próxima semana...”

E com essas palavras, ou algumas parecidas, eis que seu fim de semana se foi. É um e-mail recebido na sexta-feira às 17 horas, mas quem liga que o aniversário do seu afilhado é amanhã, sábado, num buffet, e que ele pretende dar o primeiro pedaço de bolo pra você? Quem liga pra isso quando o projeto do seu gerente está prestes a falir e estourar todos os prazos limites estabelecidos pelo chefe dele, pelo cliente, pelo chefe do cliente e pelo chefe do chefe do cliente?

De qualquer forma, são nessas horas que você mostra seu comprometimento com a empresa, e são nestes momentos que você mostra a falta de comprometimento com a sua vida.

Calma aí Roberto, tire o tom socialista deste livro, o que pretendemos aqui, é apresentar conceitos e deixar que os leitores tomem suas próprias linhas de pensamento dentro de cada um dos conceitos apresentados.

Ok, tentarei ser mais imparcial. Todos vivem momentos de dualidade no trabalho, seja por uma proposta tentadora que nos afasta de nosso meio, ou mais frequentemente, mas de menor impacto, atividades extras que mudam nossas vidas pessoais. Muitas vezes essa proposta nem é tão tentadora assim, mas nossa covardia, que deriva da nossa falta de confiança, nos faz acreditar que é uma excelente proposta, ou mesmo, que esta é apenas a única possibilidade que teremos na vida.

Este post apresenta o primeiro de três novos conceitos que serão detalhados em maior profundidade separadamente: Confiança no Trabalho, Confiança no Trabalho e Confiança no Trabalho. Pode parecer confuso no início, e os temas podem parecer até iguais, mas é só impressão... Creio que para este tema, o Jéferson esteja mais bem preparado, então apenas atuarei como suporte neste post, fazendo comentários pontuais.

Grato pela confiança Roberto, seguindo a sua sugestão vou começar apresentar os tópicos na ordem em que você citou, começando então por Confiança no Trabalho. Este conceito é o primeiro porque ele é de fato o mais importante de todos, imagine só o desespero daquele que não confia no seu trabalho e cada vez que vai mandar um e-mail de status para seu chefe perde 30 minutos para revisar o e-mail mudando vírgulas de lugar para acobertar qualquer possível falha que ele imagine ter na atividade ou que ele imagine que o chefe imagine que está acontecendo ou que vá acontecer? São muitas possibilidades para um simples e-mail de status.

Imagine este mesmo cidadão tendo que apresentar um projeto em frente a diretores de uma grande transnacional, potencial cliente. Este cara pode ser um perfeccionista em potencial, por outro lado, o perfeccionismo tem o seu lado da insegurança.

Jéferson, é bom dizermos que nem todos que não confiam no seu trabalho são perfeccionistas, nem todos perfeccionistas são pessoas que não confiam no seu trabalho.

Bem lembrando, esta colocação ajudará a completar o entendimento do conceito. Para este primeiro conceito, poderíamos até substituir Confiança no Trabalho por Segurança no Trabalho. Cada ser humano tem noção da qualidade daquilo que executa, ele aprende, cria parâmetros desde quando começa a ir para a escola, e percebe qual é o sentimento de terminar uma prova sem ter certeza de nada que escreveu. Vez ou outra, ainda muito seguro de ter feito um bom trabalho (ou uma boa prova), nos equivocamos, mas de forma geral aprendemos a criar parâmetros para nos balizar, e dessa forma executar nossas tarefas garantindo um mínimo de qualidade.

Confiança no Trabalho é saber que é capaz de executar bem certo tipo de atividade. Por exemplo, eu nunca pensei em ser dançarino, pois apesar de adorar musica e dança, sei que não tenho talento para isso, assim como Roberto gostaria de ser manicure, mas não é. Tendo consciência de que você é bom em algo será possível trabalhar com segurança e você não precisará se prender a uma empresa ou situação de conforto específica ou ainda pior, se submeter a atrocidades como não estar presente para receber o primeiro pedaço de bolo do seu afilhado. É fato: para um bom profissional sempre haverá vagas no mercado (mesmo que seja no mercado chinês, afinal de contas, estamos caminhando para um mercado sem fronteiras).

Os próximos conceitos serao apresentados nos próximos dias... aguardem!

terça-feira, 3 de junho de 2008

Caso de Sucesso na Internet...

Pode ser soh mais um que esta ganhando seus milhoesinhos por conta de uma brincadeira na internet, mas na verdade, pode ser alguem que mostrou que fazer o que se quer eh sim o caminho. Independente do canal...

Matt Harding (que esteve no Brasil neste ultimo fim de semana. Veja maiores detalhes aqui) era programador de jogos de computador e estava cansado da sua rotina no trabalho, por mais que gostasse dos seus projetos. Seus projetos de trabalho foi substituito por um projeto maior (de vida). Abandonou o emprego na Australia para tirar um periodo sabatico viajando por varios paises que sempre quis conhecer.

Pudera isso ser simples assim: Trabalhar 2 anos, guardar dinheiro e viajar despreocupadamente por 6 meses. Que bom brasileiro conseguiria fazer isso?

De qualquer forma, sua viagem e uma brincadeira com uma amigo (sua dancinha) se transformou no gatilho propulsor para uma mudanca definitiva de vida.

Hoje seus videos, que mostram cenas de mais de 30 paises, jah tem juntos mais de 10 milhoes de visitas


e



Na sua atual jornada, o Estado Unidense Matt eh patrocinado por uma grande multinacional e esta terminando o seu terceiro video, que agora serah baseado em 'pessoas', mais do que em lugares.

Sendo esta multinacional uma fabricante de Chicletes, refrigerantes, salgadinhos etc., ter o sucesso de Matt emprestado eh uma grande ideia, ainda mais quando associado a pessoas (grande maioria jovens) felizes, dancando e mostrando que Matt e a marca sao legais e estao em varios paises.

No dia 21 deste mes teremos o terceiro video que precisa contar com alguma grande surpresa para manter o sucesso. A pergunta que fica eh: ateh quando isto serah interessante para Matt e o Patrocinador? Ateh quando isso serah fonte de renda?

Certamente sucessores virao, com novas ideias, novas brincadeiras e sucessos. Matt entrarah em descenso, publicarah livros, manterah seu website e esperamos que continue viajando o mundo. Assim poderemos inveja-lo cada dia mais, e nos inspirar a sempre fazer coisas novas, e que realmente nos facam felizes.

Palestra de Matt Harding:
Parte 1: http://www.youtube.com/watch?v=Z92o20KYH5g
Parte 2: http://www.youtube.com/watch?v=qt47LOV85R8&feature=related
Parte 3: http://www.youtube.com/watch?v=v2m6cSTx76U&feature=related

terça-feira, 27 de maio de 2008

Sucesso (Ou Fiasco?) - Por Max Gehringer ...

Poucas vezes li uma cronica tao infeliz em toda minha vida.

Incrivel como esta cronica esta em todos os blogs, e em todos esta sendo elogiado. Pra quem ainda nao leu, acesse, e confira antes de ler meus comentarios:
http://www.via6.com/topico.php?tid=115356&uid=MariseJalowitzk


Agora que estamos todos na mesma pagina, podemos fazer alguns questionamentos sobre cada um dos topicos do texto dele.

1- Voce se lembra de quem ajudou voce a entrar na empresa onde voce trabalha atualmente? De quem ficou ateh mais tarde te ajudando a terminar algum servico? De quem te indicou a pessoa certa para uma conquista? De um bom conselho recebido?
Pra todas essas perguntas, minha resposta eh sim.

2 - Essa eu acho que nao vale nem a pena comentar? A importancia de um favor diminui com o tempo? A de uma desfeita aumenta?
Suponha que voce recentemente virou gerente na sua empresa, empresa no qual foi indicado por um colega... a importancia do favor diminuiu? Nao entendi...
O cara nao te extendeu a mao pra cumprimentar (usando o excelente exemplo do colunista) e depois de 10 anos esse ato eh ainda pior?
Enfim... tentou complementar a ideia do topico 1 e utilizou uma metafora sem a menor coerencia.

3 - Alguem concorda com essa distincao de colega e amigo? Faz sentido pra voces? Os estereotipos usados nao parecem ser muito realistas, parecem mais personagens de novela em que o amigo vira colega e o colega vira vilao em 2 capitulos (normalmente no de sexta para sabado)

Acho que o final eh a melhor parte! ''Durante sua carreira, uma pessoa normal terá a impressão de que fez um milhão de amigos e apenas meia dúzia de inimigos. Estatisticamente, isso parece ótimo. Mas não é. A Lei da Perversidade Profissional diz que, no futuro, quando você precisar de ajuda, é provável que quem mais poderá ajudá-lo é exatamente um daqueles poucos inimigos.''

Entao de nada adianta fazer amigos? Pra que cativar, semear, renovar, cultivar um bom networking? Vah ao trabalho, execute suas tarefas, nao fale com ninguem, e volte pra casa.. assim voce nao farah inimigos... tenho certeza que foi assim que Donald Trump, Roberto Justos, Steve Jobs lograram em suas carreras, nao eh Max?

''Portanto, profissionalmente falando, e pensando a longo prazo, o sucesso consiste, principalmente, em evitar fazer inimigos. Porque, por uma infeliz coincidência biológica, os poucos inimigos são exatamente aqueles que tem boa memória.''
Ueh, e eu que achava o oposto? Que bobinho neh...

E que historia eh essa de 'coincidencia biologia'? Faca-me um favor...

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Historia de Sucesso

Cada um que visita a Irlanda para fazer intercambio chega aqui com um objetivo. O meu era: aperfeicoar o ingles, ter uma experiencia de vida e quem sabe galgar uma oportunidade de ficar com por aqui por um tempo (trabalhando formalmente).

Nas primeiras duas semanas em Dublin conhecemos, em nosso Homestay, um brasileiro que soh sabia falar apenas uma frase (errada) em ingles ''No speak english''. Ele estudava na Grafton College tambem.

Ele, no Brasil, trabalhou por 8 anos em hotel, como garcon, e veio buscar na Irlanda a possibilidade de subir na carreira (uma vez que em hotelaria, ingles eh essencial). Largou tudo (emprego, namorada) para vir para Irlanda aprender ingles, trabalhar na sua area e ainda guardar dinheiro pra quando voltar pro Brasil daqui 2 anos.

Mas ele nao escolheu a Irlanda a toa, varios de seus amigos, conhecidos estao por aqui. E no que isso ajudou? Bom, quando muita gente com mais capacitacao na lingua pena por ai (assim como eu), ele conseguiu um emprego full-time em uma cidade do interior atraves de um amigo.

Nao eh o melhor salario do mundo, e ele vai voltar a ser kitchen porter (lavador de pratos) do hotel, mas vai conseguir guardar um bom dinheiro por mes e praticar a lingua no seu dia-a-dia.

O mais interessante, eh que ele continua focado! Vai continuar as aulas com uma professora particular por lah. Nao podemos nunca esquecer do 'por que' viemos!

Desejo aqui, toda sorte do mundo pra ele! E viva o networking, relacionamento eh tudo nessa vida.

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Experiencia Profissional

Ou de vida?

Completando 45 dias no 'estrangeiro', e ateh agora todo trabalho que eu consegui foi ser garcon de evento.

Isso me traz a memoria algumas situacoes importantes do nosso cotidiano em um empresa. Por diversas vezes tive de deixar de ser Analista de Negocio pra ser 'garcon', e reclamava! Hoje, cada dia de trabalho como garcon eh uma bencao, e uma parte do aluguel que esta sendo paga.

O garcon na empresa normalmente eh nosso amigo estagiario, ou aquele rapaz na base da piramide hierarquica. Muita vezes eh chato fazer o trabalho bracal, ou o famoso trabalho de 'ximpanze', mas precisamos aprender a valorizar.

Eu estou aprendendo a valorizar, descobrindo que o trabalho bracal pode ser vital, as vezes pra empresa, mas... soh eh importante mesmo, quando eh importante pra voce.

Mais sobre o intercambio em www.intercambioeviagem.com.br/

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Trampos e Trabalhos

Finalmente, depois de mais de mês que fiz o último post, cá estou eu de volta ao mundo do blog.

Agora já em uma nova rotina, morando em Dublin, na Irlanda, como intercambista.

Bom, até o momento acredito que mandei cerca de 200 currículos (todos pela internet), e estou agora "empregado".

A minha pequena experiência no Brasil ainda nao me ajudou efetivamente, mas acredito que possa ajudar num futuro próximo. Recebi algumas respostas questionando sobre o "work permit" (visto para trabalhar legalmente na Irlanda), mas ainda nada efetivo... ou por falta de "work permit", ou por que meu visto de estudante só me permite trabalhar part-time (meio período).

Bom, enquanto a boa notícia nao chega, vou tentando me acostumar com os "Trampos", em que o contrato é um aperto de mao e um "Muito Obrigado".

Pela primeira vez, vou passar pela experiência de receber menos do que preciso pra viver, mas vou continuar procurando, pois ainda nao botei fé e nao me satisfiz. O problema nao é o trabalho (arrumar prateleiras), e sim nao ter o suficiente para viver!

Completando duas semanas de Irlanda, e 1 mês longe de trabalho formal, tudo ainda é festa. Com o tempo certamente aprendizados sobre as diferenças de trampo e trabalho virao...

Amanha é dia de trampar... ou nao, depende... de o Fred da Dee Set me ligar, tomara que ligue, ou nao... tomara que ligue outra empresa pra fazer entrevista! Ia ser bom... estou na expectativa... mandando vários e vários currículos todos os dias!

Vejam mais sobre minha vida em dublin em http://e-dublin.blogspot.com .

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Personagens do dia-a-dia

Quem acha que quem está escrevendo este blog é o cara da fotinho ai do lado, está muito enganado. Na verdade, eu Roberto, e meu amigo turrão Jeferson.

Exatamente, e ninguém aqui quer tomar os méritos de ninguem. Nós somos o que somos, e não queremos bancar personagens para no final das contas ser reconhecido pelos feitos de outrem.

Roberto, você vive me criticando, dizendo que sou ranzinza, turrão, e num sei mais o que, mas cuidado para o leitor não ficar com uma impressão errada de que estamos acusando ele de alguma coisa... de se fazer de algo.


Que isso... tenho certeza que nossos leitores tem dissernimento suficiente para entender que na verdade estamos falando de personagens no ambiente de trabalho. Até porque, eu nunca conheci alguém 100% autêntico no trabalho, e dúvido que alguém conheça. Peço, ao leitores, que não se sintam acusados, é algo natural, uma defesa.

Como em tudo na vida, no trabalho, precisamos saber a hora de parar, e medir as palavras para que as consequências venham proporcionais aos seus anseios, pois, se proporcionais a sua ansiedade pode ser catastrófico!


O estagiário, quando chega na empresa, começa a trabalhar, bem que se esforça para fazer o tipo sério, comprometido e capaz de cumprir todas as tarefas, mas ainda é autêntico demais para isso. É o ser humano in natura, despreparado para o mundo corporativo.


O gerente já é o contrário, e o ser humano lapidado até o último sentimento. Postura invejável de um executivo, representante comercial da companhia.

É fato que o ser humano veste personagens para cada situação da sua vida, porém o mais mascarado é o trabalhador... Quem nunca passou pela situação, de por um acaso, sair com alguém do trabalho para um Happy Hour e soltar a seguinte frase: "Nossa, nunca imaginaria isso de você... tão assim, assim assado no trabalho.... fazendo frituras, cozinhando, dando banho maria..."

Pois veja Roberto, talvez por isso que para mim seja tão difícil fazer amizades no trabalho... para mim existiram quatro tipos de pessoas no trabalho:

  1. O filho da mãe: Aquele cara que você num vai com a cara... que tem cara de que atropela tudo e todos para ter o que quer. Seu relacionamento com este ser, se limita à educação "bom dia", "bom descanso" e "até amanhã"
  2. Colega: Aquele que às vezes vai almoçar com você, conversa sobre futebol, sexo e televisão... As vezes rola uma pelada com ele....
  3. Sexo Casual: vocês sabem do que eu estou falando...
  4. Amor: Vi muitos casais surgirem no trabalho....

O leitor identifica algum tipo de relacionamento que o Jeferson dificilmente identificou no trabalho?

Realmente, dos amigos que fiz no trabalho, poucos ainda mantenho contato, mesmo assim esporádico... parabéns a vocês que conseguiram amigos de verdade no trabalho... invejo vocês, parabéns!

Homero Carmona... © 2008. Template by Dicas Blogger.

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