Cartão de Crédito, dor de cabeça plastificada!
Como sabem, estou em vias de cancelar meu cartão, trocar o meu cartão Visa por um Mastercard. Não, eu não acho que os serviços serão melhores, apenas recebi uma proposta melhor no momento.
Como sabem, estou em vias de cancelar meu cartão, trocar o meu cartão Visa por um Mastercard. Não, eu não acho que os serviços serão melhores, apenas recebi uma proposta melhor no momento.
Postado por Homero Carmona às 11:58 0 comentários
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Artigos Relacionados:Há muito tempo assinamos a NET como provedor de TV por assinatura e banda larga. Quanto ao acesso a internet não há o que reclamar, apesar da velocidade não ser exatamente a prometida, o serviço é bem estável e confiavel.
Postado por Homero Carmona às 13:35 1 comentários
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Artigos Relacionados:É, acho que vou trocar de novo... Eu sempre via todo mundo falando que não pagava anuidade de cartão de crédito e tals, depois de um ano de cartão chegou a hora de eu ver como isso funciona.
Postado por Homero Carmona às 12:00 0 comentários
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Artigos Relacionados:Eu já havia cantado no meu Twitter, mas vou contar uma historinha aqui, meio que justificando porque me tornei cobaia da portabilidade.
Postado por Homero Carmona às 16:15 0 comentários
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Artigos Relacionados:Ah, boas lembranças... minha primeira vez em solo estrangeiro. Meu destino final era o Q-Center, em St. Charles, cidade satélite de Chicago.
Mas aproveitando que ia para os Estados Unidos para fazer o Core Analyst School da Accenture, por que não passar em outra cidade e ver um show da minha banda favorita, o Sister Hazel?
O show aconteceu na cidade de North Myrtle Beach, South Carolina, no House of Blues.
Cheguei no aeroporto da cidade, e em vez de alugar um carro logo de início, preferi pegar um taxi até um Motel qualquer, desde que próximo ao House of Blues.
Chegando no Motel, a diária era 77 dolares, por dia. Valor muito acima do que eu esperava. Andei um pouco pela região, e descobri que a cidade de North Myrtle Beach não tinha nada para fazer. Toda a badalação, shoppings, etc. ficava em Myrtle Beach. Ambas as cidades eram minúsculas, mas entre uma e outra havia uma viagem de cerca de meia hora.
Dai então somei: hotel caro + nada para fazer além do show = preciso arranjar um Motel em Myrtle Beach.
Entrei na internet, e fiz uma reserva de um carro para o dia seguinte. A locadora ficava a duas quadras de onde eu estava hospedado.
Cheguei então na Enterprise Car Rental, e solicitei o carro. Entretanto, eles só alugavam carros para quem tivesse carta de motorista americana ou internacional. No caso, eu só tenho a CNH mesmo.
Eu perguntei então se havia alguma outra locadora que alugaria um carro para mim. O atendente prontamente disse que a Hertz possivelmente o faria. Na sequencia, ele pediu para eu esperar um pouco.
Ele fez uma ligação para alguém da Hertz, falando da minha situação. Disse também que tinha feito uma reserva com eles, e eles não poderiam me fornecer o serviço.
A Hertz, ficava a cerca de 15 minutos de carro da onde estávamos. Eu precisaria pegar um taxi para ir até lá. Mas, eu não precisei me preocupar com isso.
O atendente da Enterprise, chamou um funcionário que cuida dos carros na garagem, e pediu para que ele me levasse até Hertz. Bom, isso já seria excepcional, mas teve mais.
Já no carro, fui conversando com o motorista, e disse que tinha procurado alguns moteis em Myrtle Beach, e perguntei se ele conhecia algum outro, ou se sabia como chegar no que eu falei.
Ele perguntou o endereço do motel que eu falei. Como as duas cidades tinham avenidas com nomes iguais, ele fez questão de passar na avenida da cidade North Myrtle Beach, onde estávamos, para garantir que eu tinha visto o endereço certo do Motel. Fomos até lá, e realmente eu tinha o endereço de Moteis de Myrtle Beach.
Quase meia hora depois rodando pela cidade vendo se os moteis que eu tinha eram realmente de Myrtle Beach, chegamos a Hertz.
Agradeci milhares de vezes. Eu estava inconformado, completamente surpreendido pela quantidade de favores que me fizeram, e ainda por cima me levaram até o concorrente.
Enfim, entrei na Hertz, e fui até o atendente.
- Oi, eu estava na Enterprise, porém eles não podiam locar pra mim por causa da minha habilitação. Então o John ligou para vocês. Foi com você que ele falou?
- Foi comigo mesmo. Nós temos alguns carros disponíveis aqui!
Eu obviamente solicitei o mais barato. O carro que eu havia reservado na Enterprise, custava, somente a locação (sem seguro), 30 dolares.
- Então, o mais barato que temos é o Chevrolet Cobalt, que custa 85 dólares a diária.
Fiquei branco, eu estava a 15 minutos do Motel, no meio do nada, e o preço era absurdamente mais caro. Voltar para o motel custaria alguns preciosos dolares. Então, disse:
- Poxa, 85. O carro que tinha reservado na Enterprise era 30, vocês não tem nenhum mais barato? 85 é realmente fora de cogitação pra mim.
Ele pediu um momento e ligou para a Enterprise.
- Tudo bem! Este é o carro mais barato que temos, mas vamos melhorar para você.
Ele comecou a mexer no computador, e finalmente chegou em um novo e ótimo valor. E se desculpou na sequência.
- Posso fazer por 44 pra você. Tentei fazer por 30, mas o sistema da Hertz não deixa, ja coloquei todos os descontos que eu poderia fazer – mostrando no monitor o erro que dava quando ele tentava abaixar mais o preço.
Eu quase chorei de alegria. Não podia ser verdade.
Somando seguros (peguei todos possiveis e imaginaveis), o preço ficou em 88/dia.
Claro que o valor 85/dia no carro era muito caro para o carro, mesmo sem ter uma reserva, e esse descontão fez parte de um chaveco. Porém, chaveco a parte, a única coisa que posso dizer sobre o atendimento é: sensacional! Os concorrentes se ajudaram, a Enterprise gastou dinheiro levando um cliente para Hertz.
Será que são do mesmo dono? Será que isso só aconteceu porque era uma cidade do interior? Será que dei sorte de encontra pessoas super prestativas? Será que é tudo isso junto e mais alguma coisa?
Eu sinceramente não sei responder essas perguntas, só sei que isso rendeu: peguei o carro, fui para Myrtle Beach, achei um Motel pela metade do preço, mais bem localizado, de frente pro mar e mais limpo. Fui ao shopping, comprei um monte de coisas, fui a balada, etc, etc, etc. Fiz dinheiro para cidade, sem o carro não o teria feito! Foi o estado da arte na questão de atendimento pra mim…
Minha dúvida é: será que isso se repetiria no Brasil?
Postado por Homero Carmona às 12:46 1 comentários
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Artigos Relacionados:Essa é a história do pequeno Wilson. Espero que ele não fique bravo por eu estar divulgando esta história.
Em uma de suas aventuras, o pequeno Wilson, trabalhador de uma grande empresa de tecnologia, fraturou um de seus braços. Apenas um pouso mal executado em um de seus voos de parapente.
Estavam ele e um amigo. Após o acidente, foram diretamente ao hospital. Entrada pela porta de emergencia. Depois de um rápido exame, idenficou-se que ele precisaria fazer uma cirurgia imediantamente.
Encaminhado ao centro cirúrgico, preenchimento de ficha. Carteirinha do plano, RG, blá blá blá e o braço dele quebrado.
Para a "sorte" do nosso amigo, a recepcionista teve quer ligar para a central de atendimento da Wilson Saúde para verificar se o plano dele cobria a cirurgia. Mas como era o dia de sorte dele, a atendente do Back-Office não conseguia encontrar no sistema se ele tinha ou não cobertura para a cirurgia. Daí então a recepcionista iniciou o diálogo:
- Senhor, parece que o seu plano não cobre a cirurgia.
- Como não? Claro que cobre.
- Senhor, a nossa atendente não está conseguindo encontrar a permissão no sistema para você fazer a cirurgia. Se o senhor quiser entrar com um processo para pedir através de um formulário...
Já com o sangue mais do que quente, e o braço mais que doendo, o pequeno Wilson soltou:
- Que sistema vocês usam?
- Desculpe senhor?
- É, que sistema vocês usam para ver se meu plano cobre ou não!?
- Não sei senhor.
- Deixa eu falar com a atendente.
A recepcionista ficou muda.
- Deixa eu falar com ela.
A recepcionista passou o telefone para o maneta Wilson, que começou a conversa com a atendente.
- Que sistema que você usa? É Siebel?
- Não sei, senhor!
- Como é a tela? Tem um menu assim, assim e assado?
- Sim...
- Clica lá!.. Agora ali.... acolá... Pronto, aí vai estar escrito minha cobertura.
- Encontrei senhor, o plano cobre.
- Tá bom, agora fala isso pra recepcionista aqui.
Assim, finalmente, ele conseguiu a permissão para fazer a cirurgia. Tudo correu bem daí em diante, ele inclusive consegue usar o braço, um dia quebrado e inutilizado.
Agradecimentos ao Wilson que permitiu a publicação deste post.
Postado por Homero Carmona às 09:42 2 comentários
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Artigos Relacionados:Postado por Homero Carmona às 20:29 0 comentários
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Artigos Relacionados:Como a gente deve começar um ano? Pulando 7 ondinhas? Todo de branco para ter paz? De vermelho pra ter amor? Ou de verde pra ter dinheiro?
Bem que eu poderia, mas não seria excessivo dizer que se você passou de verde, provavelmente o resto você consegue resolver.
Como bom paulistano, fiz questão de começar o ano comendo muito bem... e eis que vivi neste fim de semana dois exemplos felizes de bom atendimento em situações bem diferentes.
A primeira delas, na sexta-feira, foi a Pizzaria Quintal do Bráz (http://quintaldobraz.com.br/index2.html): Pizzas à aproximadamente 40 reais, sucos a 5 e sobremesa a 10. Um excelente lugar para se levar a família, namorada, etc. Porém, por este preço, eu não posso esperar nada menos que um atendimento fenomenal, no qual eu me sentiria praticamente um rei... e nessa rede de pizzaria, é assim que acontece. Comida de primeira, atendimento rápido, garçons que se apresentam pelo nome e te atendem como se você fosse um lord inglês.
Já no domingo, me dirigia à rodoviária, e resolvi passar por uma lanchonete, no bairro do Paraíso, a King's Fast Food... padoca, boteco... dependende de quem fala, e do que se procura. Quando se vai a um lugar desses, se espera apenas uma comida razoavel, compreço baixo, e que o atendente não xingue nem sua mãe, nem seu pai.
Não sei se o lanche que me serviram era realmente de Fillet Mignon como eu havia pedido, mas em menos de 5 minutos, estava na minha frente, customizado (acebolado), e realmente uma delícia. Para acompanhar, eu e minha companheira pedimos um suco de maracujá e uma vistamina de leite com frutas, mais uma vez servidos em tempo recorde, e com um produto muito bem feito.
Além, de termos sido servidos com refeições de boa qualidade, o atendimento, apesar de muito diferente do recebido no Quintal do Bráz, também foi excelente. E desta vez, não porque o garçon trabalha para um grande marca, mas sim, porque ele faz aquilo com o coração, e não é preciso trabalhar para uma grande marca pra se trabalhar desta forma.
Não estou julgando, dizendo que um garçon é melhor do o outro, ou que todos deveriam ser assim. Mas o fato, é que cada vez que sento em uma mesa de restaurante é assim que espero ser tratado, como um lord inglês, ou como um sobrinho, um amigo...
Quando você senta na sua mesa para trabalhar o seu chefe, a sua empresa, o seu cliente, espera a mesma coisa de você, que você os trate como um lord inglês, ou um amigo que se preza muito!
Se o seu chefe te pedir, você está preparado para entregar um bom X-Fillet Mingon Acebolado, ou só o fará bem se em nome de uma grande marca?
Postado por Homero Carmona às 21:20 3 comentários
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