Caso Knights Catering
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Postado por Homero Carmona às 20:00 3 comentários
Marcadores: Dublin, Garcon, knights catering, Profissional
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Completando 45 dias no 'estrangeiro', e ateh agora todo trabalho que eu consegui foi ser garcon de evento.
Isso me traz a memoria algumas situacoes importantes do nosso cotidiano em um empresa. Por diversas vezes tive de deixar de ser Analista de Negocio pra ser 'garcon', e reclamava! Hoje, cada dia de trabalho como garcon eh uma bencao, e uma parte do aluguel que esta sendo paga.
O garcon na empresa normalmente eh nosso amigo estagiario, ou aquele rapaz na base da piramide hierarquica. Muita vezes eh chato fazer o trabalho bracal, ou o famoso trabalho de 'ximpanze', mas precisamos aprender a valorizar.
Eu estou aprendendo a valorizar, descobrindo que o trabalho bracal pode ser vital, as vezes pra empresa, mas... soh eh importante mesmo, quando eh importante pra voce.
Mais sobre o intercambio em www.intercambioeviagem.com.br/
Postado por Homero Carmona às 14:57 1 comentários
Marcadores: Analista de Negocios, e-dublin, Garcon, trabalho
Artigos Relacionados:Finalmente consegui meu primeiro emprego em territorio estrangeiro. Na primeira semana eu havia conseguido um trabalho para arrumar prateleiras, mas aquela historia de infomalidade... de repente o cara nao me ligou mais! Ontem liguei pra ele, vou mandar o CV de novo, enfim...
Felizmente, apos tres semanas consegui a primeira fonte de renda, um bico de Garcon, no maior evento de corida de cavalos da Irlanda.
Para contar a historia desde o comeco, como consegui este bico? Meu amigo que esta aqui comigo (Edu Giansante) conseguiu esta vaga, mas na sexta-feira, enviaram um SMS cancelando, falando que nao precisariam mais dele. Ficamos p. da vida, mas tudo bem. O evento comecou na terca-feira, dia em que, as 22h, a mesma empresa que havia cancelado a presenca do Eduardo, ligou solicitando que ele fosse, e que levasse ainda mais 3 pessoas... foi ai que me encaixei.
Primeira paralelo rapido: Quando a empresa nao quer mais o funcionario, eh mto facil dispensa-lo, pois qdo ela precisa, o funcionario vai como um cachorrinho. O Analista ou o Garcon, e ateh mesmo o Analista Garcon!
Comecei a trabalhar. Quarta-feira de manhazinha jah estava em Purchstown, recebendo instrucoes do meu novo chefe e morrendo de medo de fazer um monte de besteira.
Primeiro dia, tudo deu certo! Servi todo mundo direitinho. Eram apenas eu uma polonesa servindo e limpando mesa de cerca de 200 pessoas, mas tudo deu certo e teve ateh gorgejinha no final.
Segundo dia, um pequeno incidente. Apos servirmos o almoco (buffet), todos haviam comido refeicao e sobremesa, chegou a hora de recolher os saleiros, manteigas, etc. Eu tava correndo pra um lado, o gerente correndo pra outro quando ele gritou ''Homer, collect salt, pepper and butteries!'', e eu prontamente atendi. Peguei uma bandeja e recolhi da primeira mesa, mas na segunda quando fui pegar o saleiro ''pluft''! Eis que caiu um copo de vinho, e caiu em um dos senhores da mesa.
A mulher dela riu-se e disse: ''Oops, You`re so lucky!'' (pq nao caiu no vestido dela), e o marido dela com aquela cara de bunda. Peguei a toalhinha tentei ajudar.
Segundo paralelo: Serah que no mundo corporativo eh diferente? Voce esta correndo pra entregar algo, de repente vem seu chefe e grita ''Fulano, preciso de outra coisa pra agora!'' Voce uimediatamente para o que estava fazendo e sai correndo pra atender o pedido, e quando finalmente termina o relatorio, manda com um valor desatualizado. Ou seja, na pressa acaba fazendo uma pequena lambanca.
Terceiro dia, o casamento: Nada de estraordinario aconteceu, apenas que precisavamos servir a ''Top Table'' (mesa dos noivos) primeiro, e todos de uma soh vez. Entao, ensaiamos. Na hora de servir, apareceu gente pra ajudar de outro lugar, e quem era de lah mesmo ficou ainda mais perdido. Mas no final conseguimos servir a todos sem desastres ou atrasos.
Terceiro paralelo: Passei por uma situacao parecida como Analista de Negocios. estavamos todos correndo para finalizar o projeto, de repente o gerente chamou reforco de todos os cantos possiveis, gente que nao sabia do que se tratava o projeto ou ateh mesmo o cliente. Vieram pra ajudar, mas no final das contas todo o trabalho deles foi jogado no lixo, pois foi impensado e descordenado. Perda de mais tempo e de um bom dinheiro, pois eram recursos caros para o projeto.
Quarto e ultimo dia: Open bar, para enlouquecer qualquer garcon? Ou nao, creio que foi o dia mais bacana, em que clientes e funcionarios (garcons) estavam mais leves. Pra mim correu tudo bem, e o chefe ateh liberou uma cervejinha no final.
Quarto pararelo: O ultimo dia de trabalho normalmente eh bem legal, desde que seja um final planejado! Quando isso acontece, a cerveja eh sempre uma das companheiras, tanto pro analista, quanto para o garcon.
Para quem quer mais noticias sobre a Irlanda, acesse http://e-dublin.blogspot.com
Postado por Homero Carmona às 04:52 1 comentários
Marcadores: Analista de Negocios, Dublin, e-dublin, Edu Giansante, Garcon, Irlanda, Manual da Vida Corporativa, Purchstown
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Bem que eu poderia, mas não seria excessivo dizer que se você passou de verde, provavelmente o resto você consegue resolver.
Como bom paulistano, fiz questão de começar o ano comendo muito bem... e eis que vivi neste fim de semana dois exemplos felizes de bom atendimento em situações bem diferentes.
A primeira delas, na sexta-feira, foi a Pizzaria Quintal do Bráz (http://quintaldobraz.com.br/index2.html): Pizzas à aproximadamente 40 reais, sucos a 5 e sobremesa a 10. Um excelente lugar para se levar a família, namorada, etc. Porém, por este preço, eu não posso esperar nada menos que um atendimento fenomenal, no qual eu me sentiria praticamente um rei... e nessa rede de pizzaria, é assim que acontece. Comida de primeira, atendimento rápido, garçons que se apresentam pelo nome e te atendem como se você fosse um lord inglês.
Já no domingo, me dirigia à rodoviária, e resolvi passar por uma lanchonete, no bairro do Paraíso, a King's Fast Food... padoca, boteco... dependende de quem fala, e do que se procura. Quando se vai a um lugar desses, se espera apenas uma comida razoavel, compreço baixo, e que o atendente não xingue nem sua mãe, nem seu pai.
Não sei se o lanche que me serviram era realmente de Fillet Mignon como eu havia pedido, mas em menos de 5 minutos, estava na minha frente, customizado (acebolado), e realmente uma delícia. Para acompanhar, eu e minha companheira pedimos um suco de maracujá e uma vistamina de leite com frutas, mais uma vez servidos em tempo recorde, e com um produto muito bem feito.
Além, de termos sido servidos com refeições de boa qualidade, o atendimento, apesar de muito diferente do recebido no Quintal do Bráz, também foi excelente. E desta vez, não porque o garçon trabalha para um grande marca, mas sim, porque ele faz aquilo com o coração, e não é preciso trabalhar para uma grande marca pra se trabalhar desta forma.
Não estou julgando, dizendo que um garçon é melhor do o outro, ou que todos deveriam ser assim. Mas o fato, é que cada vez que sento em uma mesa de restaurante é assim que espero ser tratado, como um lord inglês, ou como um sobrinho, um amigo...
Quando você senta na sua mesa para trabalhar o seu chefe, a sua empresa, o seu cliente, espera a mesma coisa de você, que você os trate como um lord inglês, ou um amigo que se preza muito!
Se o seu chefe te pedir, você está preparado para entregar um bom X-Fillet Mingon Acebolado, ou só o fará bem se em nome de uma grande marca?
Postado por Homero Carmona às 21:20 3 comentários
Marcadores: Atendimento, Garcon, Manual da Vida Corporativa, Marca, Refeição, Serviço
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